Ao final do dia somos saturados por algo que criamos e a primeira vista nos realiza, mas a distância que o tempo cria entre o ideal e o real se mostra bem mais verdadeiro que a própria verdade. Confuso? Talvez, mas o que não é confuso nessa vida? A síntese de tudo isso que falei pode ser representado em uma palavra: rotina. Viver é ser apego a hábitos, costumes... Estes que nos descrevem e ajudam a representar a nós mesmos. Mas até quando a rotina se torna prejudicial? Melhor mesmo é parar, simplesmente parar. Fechar os olhos para o que enxergamos e abri-los para o que sentimos. E mesmo que esse ainda insista numa rotina, de amar incansavelmente alguém, tão distante de ti, por mais próximo que você pensa estar, então é melhor usar a razão. Vale a pena? Quão disposto está a sacrificar o tempo, os sonhos, suspiros por alguém... Alguém incerto de você... Alguém incerto de si? As vezes gostamos de errar... Erro sempre, comigo, com os outros... Errar, errar... Mas nunca aprendo. Por quê? As vezes o universo conspira para que o filme se repita, com outros personagens, mas tendo eu como principal Wellington Sousa
Nenhum comentário:
Postar um comentário